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domingo, 23 de dezembro de 2012

BOAS FESTAS FELIZ 2013


"Podemos personalizar tudo, inclusive o Papai Noel,
 mas o verdadeiro espírito do natal vai muito além, ele é alegria, renovação,
uma boa dose de auto-estima e motivação para encerrar o ano com chave de ouro."
Agradeço a todos que colaboraram e me ensinaram a viver mais feliz. Obrigada ! Feliz 2013
Até lá com muita festa !



FELIZ ANO NOVO ! VIVA 2013 !


domingo, 29 de janeiro de 2012

Em qualquer momento da vida , Deus está presente.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Feliz Ano Novo ! Saiba mais ...algumas Curiosidades ....

As festas de ano-novo

        A origem de muitas festas populares pode ser explicada pela crença de que revivendo o mito é possível revigorar o universo. Um ano é um período em que se repete  ciclos climáticos, astronômicos e  biológicos. Para quem mora no campo ou tem maior contato com a natureza, esse ciclo é bastante observável e tem muita importância.








A festa de ano-novo na Babilônia

        O início de nosso ciclo anual é 1º de janeiro, mas o ciclo anual pode ser colocado em diferentes épocas do ano,  de acordo com aquilo que um povo considera mais importante. O nosso ano-novo não passa de uma convenção sem muita importância, entretanto para muitos povos do passado a passagem de ano tinha um significado religioso muito especial. Na Babilônia, por exemplo, o ano-novo começava na primavera, por ser a estação em que a natureza parece nascer novamente. A festa, de uma semana, era precedida pela limpeza,  purificação e  restauração dos templos, pois tudo devia estar “perfeito” como no princípio dos tempos. A festa incluía a repetição do mito da origem do universo, pois tudo era visto como se estivesse começando novamente.

        Até o rei babilônico tinha que passar pelo ritual para que seu poder fosse renovado durante o ano-novo. O sacerdote supremo arrancava-lhe todos os adornos reais, e esmurrava o queixo do rei, o fazendo ajoelhar-se diante de uma imagem do deus Marduk. O rei precisa rezar e garantir que havia governado de forma correta, sem cometimento de erros. O sacerdote dizia, então, que Marduk  aceitava aquilo que o rei dizia e estava a seu favor. O adornos reais eram devolvidos seguido de um murro no queixo, se os olhos do rei se enchessem de lágrimas era sinal que Marduk era amigável, caso contrário, o deus estava com raiva.








 

As fogueiras


        Geralmente, a festa de ano-novo era realizada ao redor de fogueiras. Na noite de solstício, as fogueiras, eram acesas no alto das montanhas ou em outros locais especiais, como encruzilhadas. Os camponeses acendiam tochas nas fogueiras e corriam pelos campos para espantar pragas, doenças e maus espíritos, assim como para que o solo ficasse mais fértil. Os jovens saltavam três vezes sobre a fogueira, o jovem que saltasse mais alto iria se casar primeiro, durante aquele ano. Nessa noite, pessoas passavam descalças sobre as brasas ou colocavam brasas na boca.








Os poderes mágicos

        Se acreditava que a noite de solstício era mágica. As madeiras e as cinzas que sobravam eram guardadas. As cinzas eram espalhadas pelo campo para aumentar a fertilidade do solo e proteger as plantações. Os tições protegiam as casas contra bruxarias, raios e incêndios. Também se acreditava que na noite de solstício era possível prever o futuro. As moças, por exemplo, faziam adivinhações para saber com quem iriam se casar. A água também adquiria poderes especiais, costumava-se recolher água dos poços para serem guardadas.








Calendário lunissolar – Baseia-se no mês lunar, adequando-se o ano lunar às estações do ano (ano solar), por meio de intercalação periódica de um mês a mais. Diferença de 11 dias por ano. O começo do ano deve coincidir com o início de uma lunação.

 
Ano civil – Compreende um número inteiro de dias (355 ou 366), o mais próximo do ano solar, para facilitar as atividades humanas.

Ano bissexto – Possui 366 dias, um a mais que o ano comum - encaixado no mês de fevereiro -, para corrigir a diferença de quase 6 horas (5h48m46s) que o ano solar tem a mais em relação ao ano civil. As 6 horas, no final do período de quatro anos, equivalem a 24 horas, ou seja, um dia. No calendário juliano acontecem anos bissextos a cada quatro anos. No calendário gregoriano não são bissextos os anos seculares (que terminam em dois zeros, ou seja, o último ano de cada século), exceto aqueles que são divisíveis por 400.

 Ano cósmico – É o tempo gasto pelo Sol para dar uma volta ao redor do centro da Via Látea. Tem a duração aproximada de 225 milhões de anos.

 Mês – É o tempo que a Lua leva para dar uma volta ao redor da Terra, contado em números inteiros. Como a lunação não tem um número inteiro de dias, o mês lunar foi definido como tendo 29 ou 30 dias, para se aproximar da lunação, que é de 29,5 dias.


Domingo

Sol

Segunda

Lua

Terça

Marte

Quarta

Mercúrio

Quinta

Júpiter

Sexta

Vênus

Sábado

Saturno
  Semana - Quanto ao nome “semana”, com que designamos o período em que a lua demora para completar um ciclo, nasceu da expressão latina septem mane, ou “sete manhãs”.
Os antigos sábios Caldeus decidiram associar os dias em grupos de sete de modo a facilitar a sua referenciação. Estes possíveis antecessores dos Babilónios basearam-se no seu sistema planetário. Escolheram o número sete baseado nos sete planetas conhecidos até então. Sete dias são igualmente adoração de cada uma das quatro fases da Lua. Desta forma se criou a semana como um período de sete dias.
- Os romanos davam aos dias da semana nomes em honra do sol, da lua e de vários



planetas.
- Os atenienses não conhecem a semana, dividem o mês em três dezenas.


 Dia – Período de tempo (24 horas) equivalente ao que a Terra leva para dar uma volta em torno de seu próprio eixo (movimento de rotação). É o elemento mais antigo e fundamental do calendário. A Terra é dividida em 24 zonas de tempo que determinam os fusos horários. Cada fuso compreende (= 1 h). Fuso zero é aquele cujo meridiano central passa por Greenwich. Os fusos variam de 0h a +12h para leste de Greenwich e de 0h a -12h para oeste de Greenwich. Todos os lugares de um determinado fuso têm a hora do meridiano central do fuso.

 Estações do ano – Em razão dos movimentos de rotação e translação, a Terra recebe quantidade diferente de luz ao longo do ano. Entre setembro e março, quando a inclinação do hemisfério norte a distancia do Sol, acontecem as estações do outono e inverno neste hemisfério, nas quais há menos de 12 horas diárias de luz solar. Durante o resto do ano, o hemisfério norte está mais inclinado para o Sol. Têm-se, então, as estações da primavera e verão, nas quais a luz solar dura mais de 12 horas diárias. No hemisfério sul ocorre o contrário.

Equinócio – A palavra equinócio significa "noite igual", ou seja, quando a duração do dia é a mesma da noite. Há uma intersecção da trajetória do Sol com a linha do Equador. Acontece aproximadamente nos dias 21 de março (equinócio de outono no hemisfério sul) e 23 de setembro (equinócio da primavera no hemisfério sul).

  Solstício – A palavra solstício significa "Sol quieto", pois nesses dias o Sol alcança suas posições extremas nos pontos onde aparece e se oculta. Dá origem aos dias mais longos e mais curtos do ano. É o instante em que começa o verão ou o inverno. É o ponto em que o sol está mais distante do Equador. Situam-se nos dias 22 ou 23 de junho para maior declinação boreal (solstício de inverno no hemisfério sul) e 22 ou 23 e dezembro para maior declinação austral (solstício de verão no hemisfério sul). No hemisfério norte ocorre o contrário.

  Era cristã – O calendário cristão é adotado no Ocidente a partir do século VI. No século X, a Era Cristã é oficializada pela Igreja romana e introduzida na Igreja bizantina. No final do século XIX, quando a contagem cronológica da história já está difundida e uniformizada, descobre-se um erro de cálculo. Segundo a moderna historiografia, Cristo nasce no ano 4 a.C.

Fonte: www.terravista

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Saiba mais sobre a luz das velas e a coroa do Advento

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Fotos Capela Nossa Senhora do Monte Serrat  Santos Br

  
Na chama da vela estão presentes as forças da natureza e da vida. Cada vela marca um ano de nossa vida no bolo de aniversário. Para nós cristãos simbolizam a fé, o amor e  o trabalho realizado em prol do Reino de Deus. Velas são vidas que se imolam na liturgia do amor a Deus e ao próximo. Tudo isso foi levado para a liturgia do Advento. Com ramos de pinheiro uma coroa com quatro velas prepara os corações para a chegada do Deus Menino.
Nessas quatro semanas somos convidados a esperar Jesus que vem. É um tempo de preparação e de alegre espera do Senhor. Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Nas duas últimas, a Igreja nos faz lembrar a espera dos Profetas e de Maria pelo nascimento de Jesus.
 A Coroa é o primeiro anúncio do Natal. O verde é o sinal de esperança e vida, enfeitada com uma fita vermelha que simboliza o amor de Deus que se manifesta de maneira suprema no nascimento do Filho de Deus humanado. A branca significa a paz que o Menino Deus veio trazer; a roxa clara (ou rosa) significa a alegria de sua chegada.

A Coroa é composta de quatro velas nos seus cantos presas aos ramos formando um círculo. O círculo não tem começo e nem fim, é símbolo da eternidade de Deus e do reinado eterno do Cristo. A cada domingo acende-se uma delas.
As quatro velas do Advento simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo. No primeiro domingo do Advento, acendemos a primeira vela que simboliza o perdão a Adão e Eva. Cristo desceu a Mansão dos mortos para dar-lhes o perdão. No segundo domingo, a segunda vela, acesa coma primeira, representa a fé dos Patriarcas: Abraão, Isaac, Jacó, que creram na Promessa da Terra Prometida, a Canaã dos hebreus; dali nasceria o Salvador, a Luz do Mundo. A terceira vela, acessa com as duas primeiras, simboliza a alegria do rei Davi, o rei que simboliza o Messias porque reuniu sob seu reinado todas as tribos de Israel, assim como Cristo reunirá em si todos os filhos de Deus. É o domingo da alegria. Esta vela têm uma cor mais alegre, o rosa ou roxo claro. A última vela simboliza os Profetas, que anunciaram um reino de paz e de justiça que o Messias traria.  É a vela branca.
Tudo isso para nos lembrar o que anunciou o Profeta:
“Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes.Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor ao Senhor”. (Is 11,1-2)
 “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz. Vós suscitais um grande regozijo, provocais uma imensa alegria; rejubilam-se diante de vós como na alegria da colheita, como exultam na partilha dos despojos. 3. Porque o jugo que pesava sobre ele, a coleira de seu ombro e a vara do feitor, vós os quebrastes, como no dia de Madiã. Porque todo calçado que se traz na batalha, e todo manto manchado de sangue serão lançados ao fogo e tornar-se-ão presa das chamas; porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz.  Seu império será grande e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino. Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde agora e para sempre. Eis o que fará o zelo do Senhor dos exércitos” (Is 9,1-6

ORAÇÃO A SÃO JORGE

Endereços

"Mantra da Fortuna e da Prosperidade"

autor P. Lauro Trevisan
Faça todos os dias 3 vezes ao dia . Cada vez faça 3 vezes e a última vez antes das 20 horas.

Eu sou perfeito(a) alegre e forte
Eu tenho amor e muita sorte
Eu sou feliz e inteligente e vivo positivamente
Eu sou o sucesso, tenho tudo que peço
Acredito firmemente no poder da minha mente
Porque é Deus no meu subconsciente
De dia para dia, em tudo e por tudo,vou cada vez melhor
Amém, assim seja e que tudo se cumpra.
Obrigado ! obrigado ! obrigado ! (3 vezes)

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